O Flúor e os malefícios para sua saúde. Por Maria Inez Grimaldi / Terapeuta

O flúor (do latim fluere = “fluir”) formando parte do mineral fluorita, foi descrito em 1529 por Georgius Agricola por seu uso como fundente, empregado para reduzir os pontos de fusão de metais ou minerais. Em 1670Heinrich Schwanhard observou que era possível gravar o vidro quando exposto a fluorita que havia sido tratada com ácido. Posteriormente, Carl Wilhelm Scheele, Humphry Davy, Gay-Lussac, Antoine Lavoisier e Louis Thenard, realizaram experimentos com o ácido fluorídrico. Alguns destes experimentos acabaram em tragédia. O flúor foi descoberto em 1771 por Carl Wilhelm Scheele; entretanto, devido à sua elevada reatividade, não se conseguiu isolá-lo porque, quando separado de algum composto, imediatamente reagia com outras substâncias. Finalmente, em 1886, foi isolado pelo químico francês Henri Moissan.

A primeira produção comercial do flúor foi para a bomba atômica do Projeto Manhattan, para a obtenção do hexafluoreto de urânio, UF6, usado para a separação de isótopos de urânio.

Normalmente são acrescentados fluoretos nos cremes dentais, que não devem ser engolidos.

Também é adicionada à água em baixa quantidade por ser muito tóxico. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera o Flúor como um medicamento.

O flúor já foi usando também como raticida!

Após você saber de tudo isso, poderia me perguntar: “se é um medicamento, então faz bem pra saúde!”

Infelizmente não é bem assim. Pegue como exemplo sua pasta dental. Quantas vezes você escova seus dentes por dia? Multiplique isso por 30 dias ao mês e depois multiplique por 12 meses. Este é apenas uma das fontes de flúor que a indústria disponibiliza para que nós usemos. Ainda temos flúor na água, seja comprada por galão ou que vem em nossa torneira; o que significa que todos os nossos alimentos são/estão contaminados também com o flúor.

Com relação aos distúrbios orgânicos causados pelo flúor, pesquisas têm demonstrado que:

– os sintomas iniciais de fluorose Osteoarticular, são caracterizados por dores nas juntas, que é difícil de distinguir de artrite. De acordo com a revista de fluoretação “Chemical Engineering News”, pelo fato de que sintomas clínicos são semelhantes à artrite, as duas primeiras fases de Fluorose osteoarticular podem ser facilmente mal diagnosticadas (como artrite). Da mesma forma, a própria Organização Mundial de Saúde alerta que casos iniciais (de Fluorose osteoarticular) podem ser diagnosticados como reumatóides ou osteoartrite”.

Sendo cumulativo, somente 50% do Flúor ingerido diariamente é excretado pelos rins, o restante fica acumulado nos ossos, glândula pineal e outros tecidos.

O Flúor é mutagenico, causa dano cromossômico e altera a função dos espermatozóides, reduzindo assim a taxa de fertilidade. Ele forma complexos com grandes números de metais, inclusive os necessários ao organismo. Altera enzimas onde o magnésio é um importante co-fator e carreia Alumínio para o cérebro, agravando o Alzheimer.

O Flúor acumula em ossos, tornando-os quebradiços e aumenta a taxa de fraturas de bacias em idosos. Dezenas de estudos de laboratórios têm demonstrado que o Flúor é mutagênico e que é uma substancia carcinogênica. Ratos tratados com Flúor tiveram um significativo aumento estatístico de câncer ósseo (osteosarcoma), o que não foi encontrado nos ratos controles.

Acumulando-se na glândula pineal e causando sua caucificação, reduz a produção de melantonina, hormônio importante na indução do sono e cuja redução pode levar ao inicio precoce da puberdade.

“Anteriormente, no século XX, o Flúor era prescrito por um certo numero de médicos europeus para reduzir a atividade da glândula tireóide, para aqueles que sofriam de hipertireoidismo” (Merck Index, 1960, pg. 952, Waldbott e colaboradores, 1978, pg 163).

O Flúor é, portanto, um depressivo tireoidiano, podendo levar a hipotireoidismo e consequentemente a disturbios relacionados a ele, como depressões, fadiga, aumento de peso, dores musculares, aumento de colesterol e doenças cardíacas.

Os filtros de osmose reversa eliminam o flúor da nossa água mas são caríssimos.

O que podemos fazer é não comprar pastas dentais que contenham flúor e energizar a água.

Para esta energização, coloque a água a ser ingerida em uma garrafa de vidro azul escuro. Deixe-a exposta ao sol por volta de 1 hr. O sol possui a capacidade de “quebrar” as moléculas do flúor, diminuindo sensivelmente sua ação no nosso organismo.

Fontes: Wikipedia; venenofluor.blogspot.com.

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