Quais as melhores formas de iniciar seu filho em uma vida equilibrada? Por Maria Inez Grimaldi / Terapeuta – Parte I

Olá pessoal! Temos falado muito sobre uma vida equilibrada e saudável. Essas consequências implicam em uma alimentação saudável (sem dúvida) e também no equilíbrio de suas emoções. Porém uma vida equilibrada vai muito além de técnicas pré-estabelecidas pela lógica humana sobre como e onde encontramos esse equilíbrio. Alimentação boa é responsável? Sim!!!
Se cercar de bons amigos, ter uma vida social equilibrada?? Sim!!
Ter um trabalho, conseguir sustentar sua familia, ter equilibrio financeiro?? Sim!!

Mas não é apenas baseados neste tripé (saúde, lazer e trabalho) que conseguiremos formar as próximas gerações. Tudo que aprendemos com nossos pais e avós foram válidos, porém essa nova geração vem com outra forma de pensar e agir. As prioridades são outras. Vocês já repararam o quanto eles pensam “fora da caixinha”? Que em poucos anos a forma de trabalhar, que para nós hoje é normal, não existirá mais? Que a tecnologia que temos em alguns anos estará totalmente obsoleta? Poderemos comparar nossos computadores de hoje, a um ferro de passar que funcionava com brasa. kkkkk

Cabe a nós prepararmos as crianças para esse novo futuro, onde a natureza (plantas e animais) é tão importante quanto o próprio ser humano. Onde as energias do bem e do amor estarão tão unidas que serão consideradas apenas uma.

Para que possamos criar uma base perfeita para as crianças da Era de Aquário, que prima pela liberdade, justiça e amor ao próximo, devemos ensiná-las premissas básicas para que entendam e se utilizem de todos seus benefícios.

Independentemente de religião, Deus deverá ser o centro principal desses ensinamentos. Todas as religiões convergem para Ele. Há quem diga que não quer influenciar seus filhos a um dogma específico, que deixará que ele escolha quando tiver mais idade. Mas vos pergunto: Como poderá ele escolher se não conhece?
Façamos um paralelo com a alimentação de uma criança. Se para ela nunca foi oferecido comer cenoura, provavelmente ela se recusará a comer por um longo período de sua vida. Provavelmente também, só começará a comer por ordem médica, ou seja, numa grande necessidade. Se ela não vê os pais comendo cenoura, ela jamais comerá por conta própria.

Quantas pessoas você conhece que foram buscar a espiritualidade apenas quando souberam que estavam gravemente doentes, ou quando se depararam com uma fatalidade na família?

Este tipo de reflexão deveria ser extendido a qualquer situação da vida. Muitas coisas demoramos a aprender por que não tivemos exemplos anteriores de nossos pais. Ou olhando de outra maneira, constantemente repetimos atos que acabam por dificultar nossa vida, simplesmente por que não aprendemos a fazer as coisas de outra forma. Chamamos isso de Crenças Limitantes, que podem ser conscientes ou não.

Vamos deixar o assunto das crenças para um outro momento e voltemos a falar das nossas crianças.

Caso você queira inserir a energia do amor divino na vida dela, darei alguns passos para você se basear. Lembrando que não estamos falando de religião ou qualquer outra forma de dogma, ok?

Devemos dividir esses ensinamentos em 3 fases, sendo o primeiro dos 0 aos 6 anos; depois dos 7 aos 12 e poderemos finaliza-lo dos 13 aos 18+.

No próximo post, vou orientar como cada processo poderá ser apresentado à criança e qual o papel dos pais em cada um deles.

Até lá!

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