Você sabe o que é uma especialista em parceria colaborativa? Por RosanaR.E.Silveira/ Coach Life

Se há algo em que as mulheres são especialistas, sem dúvida é em estabelecer parcerias colaborativas.

Fala sério! Quantas parcerias você já estabeleceu e que sem elas sozinha não teria o mesmo resultado? Desde a festa Junina da rua até a organização do Baile de Formatura da escola.

Pode acrescentar esta habilidade em seu currículo porque está supervalorizada pelas empresas, sabia?

Hoje as empresas, escolas e serviços defendem a concepção de parceria colaborativa.

Perceberam que as mulheres tinham uma lição para ensinar para as empresas; que a maneira como elas se “ajudam” apontam melhores resultados em menor tempo.

Falando mais teoricamente, ela nasce das limitações da racionalidade prática e das limitações da racionalidade técnica, de colocar o papel da teoria como possibilidade para a superação dos problemas da prática, de trazer a prática para elucidar construções teóricas.

Neste sentido, Dario Fiorentini reforça: “Num processo autenticamente colaborativo, todos assumem a responsabilidade de cumprir e fazer cumprir os acordos do grupo, tendo em vista seus objetivos comuns. (…) não significa que, num grupo colaborativo, não haja tensões decorrentes de relações internas de poder. Além disso, aquilo que o grupo projeta como ideal em teoria pode não funcionar na prática real. Por isso, o grupo colaborativo necessita ser flexível e estar permanentemente aberto e preparado para rever acordos. Mas o êxito e o fracasso dos empreendimentos do grupo dependem em grande parte, de como enfrentam juntos os percalços e contradições do mundo da prática”.

Não é a primeira vez que a prática das mulheres ensina algo para as empresas.

Não é a primeira vez que se torna teoria algo que começa na cozinha, no quintal, na vizinhança, entre as mulheres.

Eh, não é que todas nos somos especialistas em parcerias colaborativas e nem sabiamos!

Por isso, não podemos perder a essência colaborativa entre a vizinhança, mesmo que trabalhemos em empresas, ou como autônomas. Muitas novas formas de trabalho, ou soluções para os desafios postos no trabalho ainda virão desta relação colaborativa das mulheres da vizinhança.

Até a próxima!

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