Educar para a conectividade. Por Rosana R.E.Silveira/ Coach Life

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Olá! Trago hoje uma história que demanda humildade para leitura e entendimento.

Falo isso porque as gerações de 60 e 70 foram criadas de forma muito egoísta e a duras penas tiveram que aprender que melhorar para si e para o outro, compartilhar não é perder e sim ganhar. Enfim, espero que gostem.

Esta é a história de um fazendeiro bem sucedido. Ano após ano, ele ganhava o troféu “Milho gigante” da feira de agricultura do município. Entrava com seu milho na feira e saia com a faixa azul recobrindo seu peito. E o seu milho era cada vez melhor.

Numa dessas ocasiões, um repórter de jornal, ao abordá-lo após a tradicional colocação da faixa, ficou intrigado com a informação dada pelo entrevistado sobre como costumava cultivar seu qualificado produto.

O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do seu milho gigante com os vizinhos. “Como pode o senhor compartilhar sua semente com seus vizinhos quando eles estão competindo com o seu a cada ano?”

O fazendeiro pensou num instante, e respondeu: – “Você não sabe? O vento apanha o pólen do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade de meu milho. Se eu quiser cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meus vizinhos a cultivar milho bom.”

Ele era atento às conectividades da vida.

O milho dele não poderia ser melhor se o milho do vizinho também não tivesse a qualidade aumentada. Assim é também em outras dimensões de nossa vida.

Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz. Aqueles que querem ser felizes tem que ajudar os outros a encontrar a felicidade, pois o bem estar de cada um está ligado ao bem estar de todos.

O bem gera o bem.

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1 comentário Adicione o seu

  1. Claudia Modesto disse:

    temos que sempre nos ajustar as novas tendencias

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