Você se sente distante de seu filho? Que tal usar o jogo como forma de aproximação?! Por Rosana R. E. Silveira

Muitas vezes, nós pais, sentimos que estamos distantes dos filhos ou netos e queremos encontrar uma forma de aproximação que seja leve, atrativa para eles.

Você sabia que durante um jogo a criança se revela? Que durante o jogo ela se empodera ou se reprimi? Que durante o jogo conhecemos os limites e possibilidades da inteligência emocional da criança? E muito mais…. As possibilidades de aproximação entre pais e filhos, avós e netos são infinitas numa atividade lúdica, num jogo.

Investir num momento de jogo com a criança é fundamental para conquistarmos uma relação que ficou estremecida, contarmos um fato não muito agradável, sentirmos o que está acontecendo com a criança.

Ao longo da jogada, a criança observa suas reações e as imprimi em valores também, por isso ele também é elemento educativo. Jogar pressupõe superação, esperar a vez do outro, pensar estrategicamente, inovar, criar, ousar, empreender. E de fato sabemos que a criança aprende pelo modelo.

Quando pensamos que “é apenas um jogo” nos enganamos. É um rico processo de aprendizagem para pais e filhos, avós e netos.

Muitas vezes a criança quer jogar um único jogo porque sente segurança nele. Nada mal, mas é bom logo oferecer outro e não deixar de jogar este em que ela se sente confiante também.

A ideia de oferecer o novo é para que ela não tenha medo de enfrentar novos desafios.

Ao final do jogo, mais do que valorizar quem ganhou ou quem perdeu é fundamental refletir sobre o que levou a vitória e o que levou a derrota. É importante perder também. Enganam-se os pais e avós que pensam em deixar a criança ganhar para sentir-se empoderada.

Construir pessoas protagonistas, dentre tantas outras ações, está a resiliência, ou seja, como lidar com a derrota e dar a volta por cima.

Viver a resiliência desde cedo amadurece para enfrentar as possíveis frustrações da vida como amizades desencontradas, notas baixas na escola e futuramente a negativa em processos seletivos para estágios ou empregos.

Se voce tem uma história de jogo que tenha vivenciado conta aqui . Nos conta como se sentiu em ambas situações! Afinal nem sempre ganhamos, não é?!

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2 comentários Adicione o seu

  1. Acenildes Uliani disse:

    Exatamente assim… jogando com eles, gostando do que gostam e intervindo quando necessário! Excelente texto!

  2. Maria Cleusa Gatti Braga disse:

    Realmente conseguimos chegar mais perto dos filhos quanda fazemos parte do mundo deles

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