Medicação ou Terapia? Por Maria Inez Grimaldi / Terapeuta

Oi pessoal!

Voltei pra explicar um pouco sobre a questão da terapia em nossas vidas.

Vira-e-mexe a gente ouve falar de alguém da TV, ou fica sabendo que alguém da família está com Depressão. A depressão é a doença que mais causou afastamento do trabalho em 2016. São mais de 75mil pessoas ou 38,6% dos trabalhadores afastados em 2016. Entre 2009 e 2015, quase 97mil pessoas foram aposentadas por problemas de transtornos mentais, com destaque para a depressão. É muita gente!

No olhar médico, a depressão é um transtorno mental, e no olhar da terapia integrativa, a depressão é o ápice do sentimento de Medo. Sim. A depressão tem origem no sentimento de perda, onde o inconsciente passa a acreditar que não saberá viver sem aquilo que perdeu, ou que será muito difícil prosseguir. Um exemplo fácil de detectar este quadro depressivo é a morte de um familiar ou ente muito próximo. Poderá também se apresentar após um grande trauma, como estupro ou qualquer outra situação de violência extrema.

Além da medicação tradicional receitada pelos médicos, a terapia contribui para um grande avanço em direção à cura deste quadro. Trazer à consciência o fator que desencadeou o medo é primordial para que a pessoa supere este desafio e evolua na direção da cura. Não podemos nos esquecer que somos seres energéticos, como já escrevi em matéria anterior. Portanto, é preciso trabalhar também esta energia, equilibrá-la. Uma energia equilibrada junto com um mental equilibrado é sinônimo de um indivíduo equilibrado. Não tem como ser diferente.

As terapias mais indicadas nestes casos são as que trabalham a energia e a consciência dos fatos (ThetaHealing, Reiki, Hipnose, Barra de Access, EFT, BodyTalking). Porém pode-se complementar com Acupuntura, Radiestesia e Florais. Lembrando que cada caso é um caso e a depressão possui vários níveis, e apenas um profissional poderá criar uma matriz de tratamento mais adequada para o caso de cada um.

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